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Sinopse

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«Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do abismo. Não sei onde ela me levará, porque não sei nada. Poderia considerar esta estalagem uma prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la um lugar de sociáveis, porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem impaciente enm comum. Deixo ao que são os que se fecham no quarto, deitados moles na cama onde esperam; deixo ao que fazem os que conversam nas aulas, de onde as músicas e as vozes chegam cómodas até mim. Sento-me à porta e embebo os meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paidagem, e canto lento, para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero.» Bernardo Soares, semi-heterónimo de Fernando Pessoa, é o autor deste segundo volume de O LIVRO DO DESASSOSSEGO. Pessoa dizia que Soares era muito semelhante a Álvaro de Campos, mas só aparecia quando se encontrava muito sonolento ou cansado. Em tudo ele era Pessoa, porque, embora não diferente de si também não era igual, era sim, uma mutilação da personalidade do autor. Soares era Pessoa sem o raciocínio claro e a afectividade.
Detalhes

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Subtítulo Vol. II
Colecção Diversos
SKU 9789722313759
Peso 412 g
Largura 15.5 cm
Altura 22.5 cm
Número de Páginas 275
Data de Publicação 01/10/1991
Número na Coleção 8
Edição 1
Autores
  • Fernando Pessoa

    Nascido em Lisboa, no dia 13 de Junho de 1888, Fernando Pessoa perdeu o pai aos cinco anos de idade. Em 1896, a família transfere-se para a cidade de Durban, na África do Sul. Lá, cursa o secundário, e cedo revela o seu pendor para a literatura. Em 1903, ingressa na Universidade do Cabo. Fernando Pessoa, educado em inglês, adquiriu o gosto pela poesia lendo Milton, Byron, Shelley, Edgar Allan Poe e outros poetas de língua inglesa. Deixando a família em Durban, o jovem estudante retorna a Portugal. Matricula-se, então, no Curso Superior de Letras, que logo abandona, e entra em contato com os grandes escritores da língua portuguesa. Impressiona-se com os sermões do Padre António Vieira e particularmente com a obra de Cesário Verde. Em 1908 começa a trabalhar como tradutor de cartas comerciais para empresas estrangeiras. Deste emprego modesto tirará o sustento durante toda a vida. Boémio, encontra-se com os amigos em cafés, especialmente a "Brasileira do Chiado" para discutir literatura. Em 1912 conhece o poeta Mário de Sá-Carneiro, de quem se tornaria grande amigo.
    Fernando Pessoa viveu modestamente, em relativa obscuridade. Em vida, teve apenas dois livros publicados: alguns poemas em inglês e Mensagem. Morreu em Novembro de 1935.

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