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Sinopse

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«Um empreendimento de amigos», é como Ruy Belo define os dois anos que demorou a traduzir A Cidadela de Antoine de Saint-Exupéry. Aos conceitos, imagens e coração do autor, Ruy Belo ofereceu palavras, consciente de que a tradução é em si mesma imperfeita e criadora de uma nova obra literária. Cidadela é impossível de inserir num género específico, pois é composta por um léxico próprio, de vocábulos iluminados por um sentido outro. O sentido do que é autêntico, sincero e participado, pois, para Saint-Exupéry, só quem colabora é. E Cidadela é, porque reflecte o coração do homem simultaneamente singular e universal que procura e se pacifica ao considerar o silêncio como uma das respostas possíveis. Nas suas palavras: «A pedra não tem esperança de ser outra coisa que não pedra. Mas ao colaborar, ela congrega-se e torna-se templo».
Detalhes

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Colecção Grandes Narrativas
SKU 9789722321174
Peso 750 g
Largura 15 cm
Altura 23 cm
Número de Páginas 524
Data de Publicação 02/11/1996
Número na Coleção 22
Edição 4
Autores
  • Antoine de Saint-Exupéry

    Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon, em 1900. Desde cedo sentiu grande vocação para a aventura. A sua maior ambição era ser oficial da marinha, mas ao chumbar no exame de admissão, enveredou pela aviação. Tornou-se assim piloto aos 27 anos e participou ativamente em perigosas missões sobre o Mediterrâneo, o Deserto do Sahara e os elevados cumes da Cordilheira dos Andes. Voar era para Saint-Exupéry uma reflexão sobre a solidão, a amizade, o verdadeiro significado da vida, a condição humana e a liberdade. Devido a problemas financeiros da companhia de aviação, Saint-Ex, como era chamado pelos companheiros e amigos, tornou-se jornalista, viajando um pouco por todo o mundo. Com a chegada da 2ª Guerra Mundial, Saint-Exupéry alistou-se no exército francês, mas rapidamente teve que abandonar o seu país natal refugiando-se nos EUA. Aí, na "Terra das Oportunidades" deu asas à sua imaginação e tornou-se escritor, até ter-se dado como voluntário para a Força Aérea Americana. De 1924 a 1944, participou em inúmeras missões de sucesso sobre território francês. A 31 de Julho de 1944, Saint-Exupéry partiu para a sua última missão. O seu avião foi abatido por pilotos alemães sobre a ilha de Córsega. Nesse dia Saint-Exupéry não voltou, deixando por concluir a sua obra póstuma A Cidadela, editada pela Presença e com uma excelente tradução e prefácio de Ruy Belo.

OPINIÕES [2]

em 5 estrelas
  • de Maria Martins em 19 de Março de 2010

    A leitura não é fácil, mas as ideias que se nos revelam valem bem o esforço. Um grande livro de um grande humanista, para ir saboreando aos poucos.

  • de Manuel Lima em 22 de Junho de 2009

    Abre as portas do seu bazar de ideias filosóficas, expressando o que de melhor há em si sem a veleidade de nos querer conduzir como gado. Cada um de nós tem a força de uma semente na busca da ascensão

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