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A Verdadeira Invasão dos Marcianos

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Sinopse

Sinopse

Estamos em 1902, cinco anos depois da Invasão Marciana, que quase destruiu por completo o nosso planeta. Para responder ao assalto, a Europa, Rússia e Estados Unidos esqueceram as divergências ideológicas, étnicas e económicas, e formaram o mais gigantesco complexo militar-industrial da história da humanidade. Missão: ocuparem Marte e mostrarem aos marcianos sobreviventes quanto custa atacar traiçoeiramente a espécie humana. Num dos assaltos, os jornalistas Jules Verne e H. G. Wells, pacifistas por natureza, sonhadores de uma utopia não sabem o que fazer. Ainda por cima naufragaram no hemisfério sul do planeta a milhares de quilómetros do local de poiso do exército terrestre. As perguntas parecem não ter resposta: Que criaturas são essas, os Priiiiik, espécie de avestruzes inteligentes que parecem ter sido escravizadas pelos polvos? Verne e Wells vão tentar em vão resolver o mistério. Infelizmente a resposta só virá cento e cinquenta anos mais tarde. Misto dos géneros ciberpunk e steampunk, este livro revela uma nova faceta de João Barreiros no seu humor mais negro.
Detalhes

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Colecção Viajantes no Tempo
SKU 9789722331784
Peso 255 g
Largura 15 cm
Altura 23 cm
Número de Páginas 160
Data de Publicação 02/04/2004
Número na Coleção 16
Edição 1
Autores
  • João Barreiros

    Licenciou-se em filosofia sendo actualmente professor do Ensino Secundário. Dirigiu duas colecções de ficção científica, uma para a Gradiva, outra para a Clássica e escreveu artigos e críticas associadas ao género para o Público, Independente, Os Meus Livros e a Revista Ler. Publicou o romance Terrarium, com a colaboração de Luís Filipe Silva, e uma colectânea de contos intitulada O Caçador de Brinquedos e Outras Histórias que foi publicada no Brasil, Espanha, Estados Unidos e, recentemente em França.

OPINIÕES [2]

em 5 estrelas
  • de Paula Alexandra em 3 de Abril de 2014

    Este é um livro que aposta em várias frentes e ganha em todas.
    Tem, por um por lado, uma vertente mais lúdica, para quem pura e simplesmente procura desfrutar de uma boa história. Por outro lado, é uma espécie de sátira mordaz, representativa da cruzada do Sr. Barreiros contra a manipulação dos hábitos de leitura, contra a tirania tendenciosa do mercado editorial, para quem a FC é uma espécie de "bicho papão" reservado a alguns excêntricos. Esta é uma obra que nos mostra, assim, o João Barreiros de intervenção, e não apenas o (re)criador de mundos.
    Não sou fã de FC pelo género em si - o livro tem, aliás, inúmeras "piscadelas de olho" que os fãs da FC vão adorar, e muitas das quais não identifiquei. Mas adoro um livro que “agarre”, que me faça pensar, e que perdure na memória, e este consegue tudo isso.

  • de Paulo Brito em 5 de Abril de 2012

    Não gostei desta obra. E com isso não quer dizer que a detestei.

    O que me custa, verdadeiramente, é aceitar que são apenas 160 páginas de fc pura. Isto não se faz. Ponto final.

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