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A Rapariga que Roubava Livros

Psssst! Enviamos este livro:

MAIS SOBRE ESTE LIVRO

Sinopse

Sinopse

Esta história decorre num pequeno subúrbio de Munique, em 1939, durante a Segunda Guerra Mundial. Vive-se um dia a dia difícil, e os bombardeamentos são cada vez mais frequentes. Mesmo assim ainda há quem não tenha perdido a capacidade de sonhar. A Morte, a narradora omnipresente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. Através do seu olhar intemporal, seguimos a história de Liesel, dos seus pais e de todos os seus amigos e vizinhos, incluindo Max que um dia veio viver na cave da casa da menina que roubava livros. A Rapariga que Roubava Livros uma história luminosa e deslumbrante, foi agora adaptada ao grande ecrã, num filme rodado em Berlim pela Twentieth Century Fox, com a realização de Brian Percival e a participação dos atores Geoffrey Rush e Emily Watson.

Nomeações: - Commonwealth Writers Prize for Best Book (South East Asia & South Pacific), 2006. - Michigan Reading Association Great Lakes Book Award, 2007. - Rhode Island Teen Book Award, 2008.
Detalhes

Detalhes

Colecção Grandes Narrativas
SKU 9789722339070
Peso 550 g
Largura 15 cm
Altura 23 cm
Número de Páginas 468
Data de Publicação 19/02/2008
Número na Coleção 385
Edição 19
Autores
  • Markus Zusak

    Markus Zusak nasceu em 1975, na Austrália onde reside na cidade de Sydney. Autor já anteriormente premiado, este é o seu quinto romance que foi traduzido em 40 línguas e distinguido com vários importantes prémios e nomeações internacionais. A Rapariga Que Roubava Livros permaneceu 375 semanas na lista de bestsellers do New York Times, e ainda continua presente oito anos após a sua publicação. Markus Zusak está presente nas redes sociais no seu blogue em ZusakBooks.tumblr.com, no Facebook e no Twitter como @Markus_Zusak. Se pretende entrar no debate sobre o livro procure a hashtag #BookThief.
Citações

Citações

  • Um livro destinado a tornar-se um clássico.

    USA Today
  • Absorvente. Marcante.

    Washington Post
  • Um livro extraordinário, marcante, de grande beleza.

    The Sunday Telegraph
  • Uma escrita soberba. Uma leitura impossível de interromper.

    The Guardian
  • Uma obra de grande fôlego. Brilhante.

    The New York Times

OPINIÕES [16]

em 5 estrelas
  • Profundo
    de Joana em 28 de Maio de 2016

    Este livro é uma lição de vida. Depois de o lermos, nunca mais seremos a mesma pessoa, porque algo dentro de nós vai mudar. É sempre tão bom quando um livro nos faz isto e adiciona valor ao nosso próprio ser.

  • de Luísa em 6 de Novembro de 2015

    Um livro muito completo, com personagens cheias de personalidade que encaram a guerra e a opressão com imensa coragem e são um exemplo de como humanidade não perde a compaixão nas situações mais adversas. Com um enredo emocionante esta história revela o poder das palavras.

  • de João Barradas em 31 de Agosto de 2015

    "A Morte", para além de ser uma acolhedora de almas caridosa e com uma foice de sentimentos, demonstra também ser uma maravilhosa contadora de histórias roubadas de qualquer coração linear de um ser humano para o seu coração circular: histórias revivenciadas pelo último e revividas por ela. Adicionalmente, a ideia da colorização do mundo é também fascinante pela destruição do preconceituoso preto tão característico da sua capa não temerosa mas apaziguadora.
    Mas, acima de tudo, este é um livro de palavras, no qual, através dos livros furtados, as mesmas nos são apresentadas na sua ambiguidade mais extrema: usadas por uns para a tristeza, desolação e destruição num "horrendo guisado"; usadas por outros para exacerbação de sentimentos mais puros e simples, numa apologia do "querer viver".
    A rapariga pode ter roubado livros, mas a morte roubou a minha atenção!

  • de Rita Santos em 31 de Maio de 2014

    Foi o melhor livro que li. Tocou me profundamente,uma história cheia de emoção e envolvente,cuja narradora é a Morte. Amei o livro,recomendo a todos os leitores que ainda não o leram.

  • de Marisa Fernandes em 6 de Fevereiro de 2014

    "A Rapariga que roubava livros" é narrada pela Morte, a mesma Morte que andando de mão dada com a Guerra (aqui a II Guerra Mundial), demonstrando uma certa compaixão por quem leva e por quem fica a chorar os que partem. A história começa em 1939 e termina em 1943 (do início da Guerra até à perda de Estalinegrado), centrando-se na Alemanha e em particular num subúrbio perto de Munique. Sente-se na sociedade as mudanças impostas pelo III Reich. Conta-se o martírio dos judeus. Conta-se também o martírio das bombas. Há quem seja obrigado a partir para a Guerra e isso faz com que se sinta mais esse sentimento de caos e de ansiedade pelo que se segue... E não se controla de todo. Porque se a Vida é imprevisível, a Guerra (enquanto sinónimo de Morte e Destruição) ainda o pode ser mais.Conhece-se roubo dos livros que a personagem principal vai fazendo ao longo da história. E é com as palavras roubadas desses livros furtados que ela sobrevive às alterações da sua situação familiar e à própria Guerra.É assim que aprenderá a ler e a escrever. Em síntese, este é um livro bem escrito e, por isso mesmo, a leitura flui através das suas 462 páginas; quando o leitor se dá conta já chegou ao fim!
    https://www.goodreads.com/review/show/832967610

  • de Vanessa Silva em 14 de Janeiro de 2014

    Estava com grande expectativas em relação a este livro mas no início não me cativou. Passadas algumas páginas fiquei completamente deliciada... Este livro entranha-se... O final é arrebatador... Adorei e recomendo vivamente!

  • de Filipa Monteiro em 16 de Dezembro de 2013

    Terminei este livro ontem à noite e. . . não há palavras.
    A história, as personagens tão reais e descritas duma maneira invulgar, os locais tão bem representados, as relações, a empatia, o tempo, as amizades, o amor, a família. . .
    E não posso também deixar de referir a capa tão bem ilustrativa deste livro, nela aparece a morte a saltar, brincar com uma menina e nesta capa está resumido o livro. Não poderia ser mais adequada. Este livro é PERFEITO.

    A classe baixa e a rica são narradas minuciosamente.
    Na classe baixa conhecemos Liesel, uma menina diferente. Uma menina que aos 10 anos já tinha perdido a sua família, uma menina que já tinha sofrido o que nenhuma menina com a idade dela merece.
    Uma menina que é entregue a uma família adoptiva (os Hubermann) no tempo em que rolava a segunda guerra mundial e em que, nada era intocável. . . Hans e Rosa, os pais adoptivos dela, (Rosa com uma personalidade irascível e com cara de poucos amigos, mostrando-a principalmente a quem mais gostava, uma mulher com um coração enorme e sempre pronta a ajudar e Hans, um homem com olhos de prata, que lhe ensinou a ler, que tocava acordeão, que quando se enganava ao fazê-lo dava uma gargalhada como mais ninguém o sabia fazer e continuava a tocar, que gostava de cigarros, champanhe no verão e do seu trabalho - pintor).
    Nesta classe, conhecemos também Rudy, o melhor amigo de Liesel. Um amigo que vai ansiar pelo seu primeiro beijo. Um amigo que vai partilhar as suas diabruras típicas da idade com ela e com Tommy. O terceiro amigo.
    Rudy irá participar em vários roubos com Liesel. Lembrem-se, esta era uma altura em que havia falta de TUDO.
    Há várias outras personagens que são igualmente importantes e singulares, para os conhecerem têm de ler.

    A classe alta é sobretudo representada pelo presidente da câmara e a sua mulher, esta, com um papel fundamental na história, pois possui uma biblioteca pessoal. . . podem fazer o paralelismo com o título do livro. . .

    Rosa, ganha o sustento lavando e passando roupa para as pessoas da classe alta e não da sua rua, a rua Himmel (que significa: CÉU), Liesel começou a acompanhá-la no seu serviço e foi assim que ficou amiga da mulher do presidente da câmara.

    Um à-parte, nesta altura, existiam ataques aéreos a toda a hora em várias partes e, ninguém vai bombardear uma rua que se chama céu, pois não?

    Hans, pintor de profissão e acordeonista nas horas vagas (toca, quando pode em bares para mais uns trocos) já presenciou a primeira guerra mundial. Nessa guerra fez amigos judeus e foi aí que aprendeu a tocar acordeão. Esta é a segunda guerra e vai ter de participar nela por erros imperdoáveis no tempo do fuhrer. . .

    Por fim, falo então de Max, um homem que não fez nada de errado, para além de que, é judeu. . . tem uma capacidade de sonhar e um poder com as palavras que ninguém lho tira. Max vai tornar-se um grande amigo de Liesel, a menina alemã. . . como é que eles se conheceram? Leiam.

    LIESEL, ROUBOU O SEU PRIMEIRO LIVRO NUMA SITUAÇÃO QUE LHE VAI SERVIR DE RECORDAÇÃO. O seu primeiro livro roubado é acima de tudo uma recordação de um tempo e de umas pessoas, aquele livro cheira a família. . .

    O segundo livro é roubado duma fogueira de livros, uma fogueira de livros e objectos relacionados com judeus. . . etc. . . CADA LIVRO ROUBADO, TEM UM SIGNIFICADO. . .

    Max, o judeu, vai-lhe oferecer a mais bela das prendas. . . Liesel vai corresponder. . .

    Lembrem-se, este é um livro narrado pela MORTE e estamos na segunda guerra mundial. . .

    A morte, de vez em quando, anda com a história para a frente e conta-nos acontecimentos que só vão acontecer em capítulos mais à frente, para nos acalmar e amortecer a queda dos acontecimentos. . .

    Sorri, ri, senti angústia e tristeza. Chorei.

    LINDO. Por mais que escreva nunca vou conseguir fazer jus a um livro tão lindo como é este. Recomendo a toda a gente, este livro NÃO pode deixar de ser lido NUNCA.

    Um livro para sempre no meu coração.

  • de Maria palma em 21 de Outubro de 2013

    Que livro este! Fascinante pela forma como descreve um tempo de atrocidades horrendas mas que uma criança através dos livros que roubava vivia de uma forma quase desligada do terror que a rodeava, na magia dos livros que roubava, esquecia o perigo e o horror do tempo em que viveu. Um livro que nos marca profundamente pela sua beleza, nos toca pelo período terrível que narra. Lemos este livro com as lágrimas nos olhos mas um sorriso na boca. Que livro este tão fantástico. Absolutamente incrível e quase de leitura obrigatória. Adorei !

  • de Patrícia Serra em 21 de Agosto de 2013

    Tanto a capa como o título deste livro são enganadores pois não sugerem de todo o quão poderoso ele é. Para os amantes da literatura sobre a II Guerra Mundial, eis que surge um livro que de forma leve e simples nos mostra a verdadeira complicação da vida quotidiana neste período tão negro da nossa história mundial. Para quem nunca se estreou neste tema, eis um excelente livro para começar.
    A história é-nos contada pela Morte que confusa pelas atitudes da raça humana, se interessa pela jovem Liesel e pelo seu percurso de vida, acompanhando-a e narrando as peripécias do dia-a-dia. Nestas peripécias incluem-se as pessoas que são a favor do ideal de Hitler, a família que vive em dicotomia constante albergando inclusive um judeu na sua própria cave (com o medo constante das potenciais consequências caso fossem descobertos), os bombardeamentos em Munique, as marchas de pessoas para Dachau e a forma como a jovem Liesel via todas estas questões, a sua paixão pelos livros e ainda o quanto a tentaram proteger do entendimento ou não do período que se vivia.
    Sem grandes, ou praticamente nenhumas, considerações politicas e um ponto de vista original mas verdadeiro e tocante aqui está uma obra que deveria ter o devido reconhecimento pela originalidade com que apresenta uma época difícil. Numa palavra: Soberbo!

  • de Ana em 15 de Junho de 2013

    Recomendo-o a todos os leitores, apesar dos percalços do início. Trata-se de uma história escondida no tempo, que temos dificuldades em acreditar! "A Rapariga Que Roubava Livros" é um livro emocionante, que nos transporta entre a inocência da infância de uma criança e a realidade brutal de uma guerra, lembrando-nos de que a felicidade está perto de nós e que devemos aproveitá-la ao máximo enquanto podemos.

  • de Paula Ferreira em 22 de Maio de 2013

    O que dizer sobre este livro?
    É um livro maravilhoso, toda a gente o deveria ler.
    Um tema bastante forte passado num tempo muito sensível. Um livro que nos dá um soco no estômago de tão profundo que é.
    Fantástico!!!!

  • de Patrícia Lopes em 6 de Novembro de 2012

    Amei o livro! Acho que é uma maneira diferente de contar uma história que todos já conhecemos... é uma imaginação que não nos faz questionar nada... apenas queremos ler mais e mais! Recomendo vivamente! É absolutamente fantástico!

  • de Elsa Rodrigues em 24 de Outubro de 2012

    Markus Zusak criou um novo clássico, um livro que vai passar de geração em geração, onde dá asas de papel à personagem principal e um coração à Morte.

    Opinião no blog Efeito dos Livros

  • de João Pêcego em 16 de Maio de 2011

    Por favor não leiam mais nenhum comentário e vão comprar este grandioso livro. Enquanto lêem esta linha poderiam estar a ler um provável "livro que nunca irei esquecer"

  • de Joana Gonzalez em 8 de Novembro de 2010

    Um livro que me tocou profundamente. Foi uma leitura acompanhada de reflexão e sorrisos de olhos brilhantes. Uma trama forte de personagens grandiosas que deixa na alma fica um sabor agridoce. Adorei.

  • de tinkerbell em 20 de Novembro de 2009

    Quero ter este livro! São inúmeras as opiniões positivas que já li sobre ele! Só que ao contrário da "rapariga" vou pagar para o ter :P...mas tenho a certeza que valerá o custo!

Ajude os leitores indecisos
com a sua opinião!

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